Estou me transformando aos poucos num ser humano meio viciado em solidão. E que só sabe escrever. Não sei mais falar, abraçar, dar beijos, dizer coisas aparentemente simples como “eu gosto de você”. Gosto de mim. Acho que é o destino dos escritores. E tenho pensado que, mais do que qualquer outra coisa, sou apenas uma garota que tenta se expressar através deste blog. Uma pessoa que escreve sobre a vida, momentos – e como quem olha a vida de uma janela – mas não consegue vivê-la.
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